A marca Henrique Abreu nasceu de uma vontade simples: ter uma bolsa com alma.

Henrique sempre comprou bolsas masculinas. Pretas, marrons, sem graça. Funcionais, mas sem nada que fizesse o dia mais leve. Foi então que, olhando para o mercado, e para o próprio talento com o desenho que carregava desde a adolescência, decidiu criar o que não encontrava

As primeiras estampas eram apenas bonitas. Mas foi quando surgiu a Frida, o gato, a xilogravura, que algo mudou. As pessoas não queriam só uma estampa. Queriam se ver nela. Quem ama Frida Kahlo carrega uma mulher forte no ombro. Quem tem gato quer o gato por perto. Quem cresceu no Nordeste reconhece na xilogravura a força e a afetividade de um povo.

Cada arte é desenhada à mão, caneta, lápis de cor, tinta acrílica em papel, e levada ao digital com cuidado.
A qualidade não está no material. Está em quem conduz.

Com o tempo, o público se revelou: mulheres a partir dos 28 anos, que já não precisam de uma marca para se sentir aceitas. Que compram pelo que a bolsa representa para elas, não pelo que representa para os outros.
Que buscam afeto, identidade e exclusividade, uma peça feita por um artista, só para elas.